sábado, 10 de outubro de 2015

Que tal ter uma horta em casa?

     
       Desde criança, sempre tive uma horta em casa. E posso afirmar com convicção: faz toda a diferença! Não que só iremos comer o que cultivamos [haja espaço e tempo] mas é tão bacana colher o que você plantou! Saber que o alimento é puro, ainda mais em uma época de avanço dos transgênicos e excessos de agrotóxicos nas frutas, legumes e verduras, é um ótimo motivo para começar a sua "lavoura" (risos).  

       Não sei se você, leitor do blog, já experimentou sentir o cheiro da terra molhada, adubar e plantar suas sementes. Acompanhar todos os estágios do desenvolvimento desta planta até a colheita dos frutos é algo que não tem preço! O famoso tempo de esperas, que sempre tem muito a nos ensinar.
     Recomendo a todos que possuem um pedacinho de terra em sua residência, que façam a experiência. Atualmente na minha casa planta-se couve e cebolinha, mas já teve épocas [infância e adolescência] que plantamos ervilha, quiabo, beterraba, feijão, cenoura, alface e até morango. 

       No entanto, o meu predileto, sempre foi o milho de pipoca roxo [foto principal da matéria]. Trouxe a semente do sítio do meu avô e nunca interrompi o ciclo. Ah, sem contar o pé de amora silvestre [foto acima] que também trouxe a muda de lá e já garantiu ótimas colheitas. E não poderia faltar claro,  o abacate que colhi da primeira árvore que plantei em minha vida, no final de 1998 no sítio do meu avô, e só agora tive a oportunidade de experimentar, uma delícia!

      Enfim, a mensagem deste texto é breve e bem objetiva. Se você ainda não teve coragem de plantar alguma coisa, comece de forma modesta. Não importa se é no quintal ou em vasos em seu apartamento. Você vai ver que aos poucos irá se identificar com a tarefa e acabará se rendendo a esta terapia prazerosa em meio à correria do cotidiano. Já que estar em contato com a natureza renova as nossas energias e nos faz mais humanos e sensíveis à causa ambiental.


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